Palco do jogo: Estádio da Reboleira - AmadoraCompetição: Bwin Liga - 10ª Jornada
Hora do Jogo: 20:45 h
FC Porto: Helton; Bosingwa, Stepanov, Bruno Alves e Fucile; Paulo Assunção, Raúl Meireles (Kazmierczak 87') e Lucho Gonzalez (Bolatti 71'); Quaresma, Lisandro Lopez e Tarik (Adriano 78').
Suplentes não utilizados: Nuno, Pedro Emanuel, Marek Cech e Hélder Postiga
Árbitro: João Ferreira - Setúbal
Marcadores: Lisandro Lopez (24') e Raúl Meireles (50')
Acção disciplinar: Cartão amarelo para Stepanov (90')
Dois erros clamorosos ditaram o desfecho deste encontro.
Ao contrário do que se tem assistido em anos anteriores o Porto entrou a dominar este jogo não permitindo grandes veleidades ao opositor. Foi por isso que, com toda a naturalidade, Lisandro Lopez aos 24' inaugurou o marcador ao concluir com êxito um cruzamento de Raúl Meireles, que o argentino recebeu no peito e rematou certeiro de pé esquerdo.
A partida parecia ficar sentenciada aos 50' quando Raúl Meireles, recebendo um
passe atrasado de Quaresma remata forte e faz o 0-2.
Até aqui, exebição calma, serena, dominadora e totalmente controlada. Com muito Lucho e mais Quaresma do que tem sido habitual nos últimos jogos, o Porto até podia ter chegado ao terceiro num grande trabalho do mágico portista que depois de se libertar de vários adversários lançou Lisandro sobre a esquerda que rematou de pronto fazendo a bola esbarrar no poste com o guarda-redes batido.
Com a saída de Lucho aos 71' e face à ausência de dificuldades, os jogadores do Porto deixaram-se arrastar para uma toada sonolenta e displicente.
Aos 86' Helton comete o primeiro erro grave saindo a um cruzamento em terrenos que não são os seus. Chega atrasado ao ponto de intercepção onde Stepanov discute e perde o lance com Maurício que saltou mais alto cabeceando para a baliza deserta.
Este golo ao invés de acicatar os Dragões deixou-os ainda mais vulneráveis ao ponto de no primeiro minuto do tempo de descontos Stepanov cometer infantilmente o segundo erro, ao puxar a camisola do avançado do Estrela que se encontrava de costas para a baliza na procura da recolha da bola, dando origem a uma g
rande penalidade bem concretizada.
Estava feita a igualdade que pela exibição no computo geral o Porto não merecia mas que pune os últimos quinze minutos de falta de humildade e grande sobranceria.
Depois de uma série de oito jornadas sempre a ganhar o Porto entrou no ciclo dos empates. Talvez sirva para que a equipa reflicta e conclua que nunca se deve adormecer sobre as vitórias conseguídas. O campeonato é longo e a procissão ainda vai no adro.
Ao contrário do que se tem assistido em anos anteriores o Porto entrou a dominar este jogo não permitindo grandes veleidades ao opositor. Foi por isso que, com toda a naturalidade, Lisandro Lopez aos 24' inaugurou o marcador ao concluir com êxito um cruzamento de Raúl Meireles, que o argentino recebeu no peito e rematou certeiro de pé esquerdo.
A partida parecia ficar sentenciada aos 50' quando Raúl Meireles, recebendo um
passe atrasado de Quaresma remata forte e faz o 0-2.Até aqui, exebição calma, serena, dominadora e totalmente controlada. Com muito Lucho e mais Quaresma do que tem sido habitual nos últimos jogos, o Porto até podia ter chegado ao terceiro num grande trabalho do mágico portista que depois de se libertar de vários adversários lançou Lisandro sobre a esquerda que rematou de pronto fazendo a bola esbarrar no poste com o guarda-redes batido.
Com a saída de Lucho aos 71' e face à ausência de dificuldades, os jogadores do Porto deixaram-se arrastar para uma toada sonolenta e displicente.
Aos 86' Helton comete o primeiro erro grave saindo a um cruzamento em terrenos que não são os seus. Chega atrasado ao ponto de intercepção onde Stepanov discute e perde o lance com Maurício que saltou mais alto cabeceando para a baliza deserta.
Este golo ao invés de acicatar os Dragões deixou-os ainda mais vulneráveis ao ponto de no primeiro minuto do tempo de descontos Stepanov cometer infantilmente o segundo erro, ao puxar a camisola do avançado do Estrela que se encontrava de costas para a baliza na procura da recolha da bola, dando origem a uma g
rande penalidade bem concretizada.Estava feita a igualdade que pela exibição no computo geral o Porto não merecia mas que pune os últimos quinze minutos de falta de humildade e grande sobranceria.
Depois de uma série de oito jornadas sempre a ganhar o Porto entrou no ciclo dos empates. Talvez sirva para que a equipa reflicta e conclua que nunca se deve adormecer sobre as vitórias conseguídas. O campeonato é longo e a procissão ainda vai no adro.














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