domingo, 11 de maio de 2008

FOLCLORE NACIONAL

Como se sabe, o processo do Apito Final (versão desportiva do Apito Dourado) produziu, para já na 1ª instância, entre outras, a sanção de perda de 6 pontos na classificação do FC Porto, acrescidos de 150.000 €, bem como a suspensão de dois anos (pena máxima) ao Presidente Pinto da Costa mais o pagamento de 40.000€.

Apesar da petulância com que estes castigos foram anunciados em conferência de imprensa pelo Dr. Ricardo Costa, a montanha acaba de parir um rato, tendo em conta os objectivos claros que este processo- perseguição visavam : A DESCIDA DE DIVISÃO DO FC PORTO E O AFASTAMENTO PERPÉTUO DE PINTO DA COSTA!

O tiro saiu pela culatra, tanto mais que havia quem aspirasse poder vir a beneficiar da distribuição de alguns títulos que não tiveram competência para os obter no terreno de jogo.

O próprio Dr. Ricardo Costa confessou-se muito desiludido por não ter podido oferecer aos dirigentes do seu clube do coração o que estes lhe teriam encomendado.

As suas declarações são, de resto, bem elucidativas: «Se não fossem os regulamentos, os clubes que perdem pontos desceriam de divisão».

Olha a novidade! Todos sabemos que depois do 25 de Abril de 1974 as leis e os regulamentos ganharam uma nova força. As suas aplicações arbitrárias são do tempo da «outra senhora», que como é do conhecimento geral, beneficiou em grande escala os clubes de Lisboa. Veja-se o caso Calabote, que foi irradiado e o clube que o aliciou passou incólume.

Hoje os regulamentos não só evitaram esse tipo de arbitrariedades como também a vontade persecutória de fazer «justiça» ao sabor das conveniências. (Como isso deve ter custado!)

Ainda assim, este apito final, baseado em ficções escritas por Leonor Pinhão sob a pretensa verdade de uma ex-alternadeira tornada escritora, em função da necessidade de angariar o seu sustento, que vira abalado pela zanga com o ex-namorado, enferma de verdade e de isenção.

A Sad portista terá votado no sentido de não recorrer do castigo, por entender que desta forma ficarão melhor defendidos os interesses do clube, uma vez que a perda dos seis pontos em nada afectará o resultado final deste campeonato.

Não perfilho da mesma opinião, por entender que a honra do clube deve ser preservada até às ultimas consequências.

Pinto da Costa prometeu recorrer, no que lhe diz respeito e espero naturalmente que a verdade venha ao de cima e a justiça seja finalmente reposta.

VENCER COM O PLANO B


Palco do jogo:Estádio Municipal José Bento Pessoa - Figueira da Foz
Competição: Bwin Liga - 30ª jornada
Hora do jogo: 19:45 h
FC Porto: Ventura; Fucile (Pedro Emanuel 45'), João Paulo, Stepanov e Lino, Bolatti, Kazmierczak e Mariano Gonzalez (Castro 61'); Adriano, Farías e Tarik Sektioui(Hélder Barbosa 61')
Suplentes não utilizados: Nuno, Marek Cech, André Pinto e Paulo Assunção
Treinador: Jesualdo Ferreira
Árbitro: Marco Ferreira - A.F. Madeira
Marcadores: Farías (37' e 40')
Acção disciplinar: jogo sem incidências


O FC Porto encerrou a sua participação na Bwin Liga com mais uma vitória, apesar de se ter apresentado com apenas dois dos habituais titulares.

Jesualdo prosseguiu a sua política de gestão do plantel, com vista à poupança de esforços para o jogo que se segue em Oeiras.

Os atletas chamados ao encontro de hoje, acusaram naturalmente alguma falta de ritmo e coesão, mas souberam sempre controlar o adversário não permitindo que criasse verdadeiras oportunidades de golo, consentindo alguns momentos de domínio de jogo que serviram apenas para testar a segurança do jovem guarda-redes Ventura que se portou à altura dos acontecimentos, fazendo jus à faixa de campeão que irá receber.

O FC Porto de quando em vez dava safanões no ritmo de jogo e quando acelerava, punha a nu a fragilidade da defensiva contrária. Foi sem grande surpresa que em duas jogadas bem delineadas, num intervalo de apenas 3 minutos o FC Porto construiu o resultado, ambas concluídas pelo argentino Ernesto Farías que não se quis despedir sem molhar a sopa.

Destaques positivos para Ventura (pela segurança), Farías (pelos golos) e Tarik (pelas assistências)

Segue-se a Taça de Portugal. Espero que os titulares se apresentem inspirados para fechar a época com chave de ouro.



sexta-feira, 9 de maio de 2008

BATALHA NAVAL PARA TERMINAR

Figueira da Foz é o último destino do comboio de alta velocidade chamado FC Porto, já há muito liberto das pressões e exigências de um campeonato onde rapidamente deixou a concorrência a léguas, dando-se ainda ao luxo de não se incomodar com o surripiar dos seis pontos que a CD da Liga entendeu «ardilosamente» proceder.

Jesualdo Ferreira, cada vez mais empenhado em apresentar a equipa mais representativa nas melhores condições em Oeiras, decidiu dar descanso a seis dos habituais titulares.
Espera-se por isso uma actuação serena e descontraída, mas responsável.

Ventura, tudo o indica, vai finalmente ter o seu momento de glória.

Lista dos convocados: Nuno, Ventura, Fucile, Pedro Emanuel, Stepanov, Lino, João Paulo, Marek Cech, André Pinto, Paulo Assunção, Castro, Kazmierczak, Bolatti, Mariano Gonzalez, Adriano, Tarik Sektioui, Hélder Barbosa e Farías.

EQUIPA PROVÁVEL

Local do jogo: Estádio Municipal José Bento Pessoa, na Figueira da Foz.
Hora: 19:45 h
Árbitro: Marco Ferreira - A.F. Madeira
Transmissão: TVI

quarta-feira, 7 de maio de 2008

BAÚ DE MEMÓRIAS

Nem sempre a autarquia esteve voltada de costas para o FC Porto, como na gestão de Rui Rio. Alias, será mais correcto dizer-se que só com este presidente a Câmara portuense assumiu essa atitude. Ao contrário, todas as outras presidências, com maior ou menor exuberância, souberam, sem medos nem complexos bacocos, reconhecer a importância que os títulos nacionais e internacionais do Clube mais representativo, representam para a cidade, para a região e para o país.

Foi contudo na gestão do Dr. Fernando Gomes que esse reconhecimento atingiu o seu auge, razão pela qual decidi, em forma de homenagem , atribuir à evocação que se segue um título sugestivo.

1991/1992 PORTO/CIDADE E PORTO/CLUBE EM COMUNHÃO


Como de costume, a Comunicação Social lisboeta começara a antecipar o vencedor final, tendo em conta que um dos clubes da sua cidade se encontrava cheio de vedetas pagas a peso de ouro, o que naturalmente originou uma reacção contrária nos balneários das Antas, que sob o comando do brasileiro Carlos Alberto Silva se uniu e encontrou serenidade bastante para afastar fantasmas e imbuir-se do espírito de vitória.

O FC Porto deu, ao longo de toda a prova, uma exemplar lição de colectivismo, de entreajuda, de capacidade de entrega e de inesgotável espírito de sacrifício individual ao serviço do colectivo.

Passeando pelos estádios um invejável rigor táctico, uma preparação física sem falhas e uma força psicológica incomparável, o resultado final só poderia ser o êxito concretizado com inteligência e eficácia, deixando o seu mais directo perseguidor à distância de dez pontos.

Foi um campeão justo que não falhou nos grandes e decisivos momentos, não se deixando abater pelos ambientes hostis, sempre pronto a lutar de igual para igual, onde quer que fosse.

Foi assim na deslocação a Alvalade, na 18ª jornada com uma saborosa vitória portista por 0-2, jogo que, por se revestir de grande importância para o Sporting, pois a vitória significaria a reentrada na discussão do título, foi objecto de campanhas moralizadoras leoninas durante os dias que antecederam a partida. A perfeição defensiva e a eficiência atacante determinaram o vencedor, mesmo jogando em inferioridade numérica por expulsão de Fernando Couto aos 22 minutos.

Alvalade ficou em silêncio perante a avalanche de bom futebol produzido pelos Dragões. Foi mais um passo decisivo na caminhada para o título.

Foi assim também na sempre difícil deslocação à Luz, na 27ª jornada, onde o FC Porto triunfou por 2-3, num jogo de grande importância para ambos. A vitória do Benfica colocaria tudo em causa. Ao invés, a vitória do FC Porto seria praticamente o consumar do triunfo do campeonato.
Cerca de 100.000 espectadores encheram o estádio da Luz que apresentou uma considerável mancha azul e branca, numa manifestação invulgar de crença na equipa. A deslocação de tantos portistas acabou por ser premiada com um jogo emocionante e bem jogado. O ambiente era de festa e a pressão tremenda.

Os últimos minutos foram infernais. O marcador só funcionou aos 64 minutos, a favor do Porto, por João Pinto, respondendo o Benfica oito minutos depois por Wiliam. Os derradeiros seis minutos, foram um festival de emoções, pela vertigem de sucessão de golos de quase insuportável intensidade dramática: 1-2 por Kostadinov (84'), 2-2 por Iuran (85') e 2-3 por Timofte (89'). Um autêntico terramoto desportivo!

A partir deste jogo ficou feita a história do campeonato.

Carlos Alberto Silva foi feliz na forma como se encaixou no esquema de trabalho do FC Porto. Começou por aproveitar tudo o que de bom Artur Jorge lhe deixou e, lentamente, foi introduzindo a sua concepção de jogo.

Teve de lutar contra uma onda de lesões pouco habitual, durante quase toda a primeira metade da prova e sempre que possível apostou num núcleo base constituído por Vítor Baía, João Pinto, Fernando Couto, Aloísio, André e Rui Filipe, que lhe garantiram solidez defensiva e consistência a meio-campo. Na baliza, Baía esteve 1169 minutos sem sofrer golos, record de eficácia nacional.
Na frente, a dupla Domingos-Kostadinov impunha respeito.

O carimbo matemático foi colocado no estádio do Bessa, frente ao Salgueiros, na 31ª jornada, onde o Porto venceu por 0-1, golo de Domingos.


A consagração final aconteceu nas Antas em 17 de Maio de 1992., frente ao Guimarães, também por 1-0. O estádio estava a abarrotar num ambiente de festa e os jogadores sentiram que os adeptos queriam nesse dia, mais uma alegria, mais uma vitória. O golo surgiu aos 67' num remate espectacular de João Pinto. A precipitação dos adeptos que só já pensavam na festa e na forma como arrancar as camisolas dos jogadores, originaram uma evasão prematura que a boa vontade da polícia, da equipa de arbitragem e dos jogadores e dirigentes do Guimarães, tornou possível restabelecer.

Na foto da esq. p/a dta., em baixo: Ricardo (roupeiro), Valente, Neves, Jaime Magalhães, Paulo Pereira, Jorge Couto, Pinto da Costa (presidente), João Pinto, Fernando Couto, Kiki, Toni, Bandeirinha, Folha, Kostadinov, Mihtarsky e Brandão (roupeiro). Ao meio: Diamantino (massagista), Luís César (sec. técnico), ???, Rodolfo Moura (massagista), Domingos Gomes (médico), Domingos, Murça (adjunto), H. Gonçalves (prep. físico) , Reinaldo Teles (dir. futebol), Carlos Alberto Silva (treinador),Octávio (adjunto), Semedo, Agostinho (roupeiro), Mário Santos e Manuel Alves (funcionários); Em cima: Aloísio, Zé Carlos, Vlk, Tozé, Rui Filipe, Jorge Andrade, Morgado, Vítor Baía, Padrão e Jorge Gomes
(public relations).


O FC Porto tomou o comando da classificação à 13ª jornada para não mais o largar.
Utilizou um total de 27 jogadores, mas só 12 participaram em mais de 20 jogos e só quatro (Vítor Baía - 34, João Pinto - 33, Aloísio - 33 e Fernando Couto - 32) estiveram em mais de 30 jogos.

Terminou com 56 pontos em 34 jogos, com 58 golos marcados (2º melhor ataque) e 11 golos sofridos (melhor defesa).

segunda-feira, 5 de maio de 2008

DIREITO À INDIGNAÇÃO

A recente derrota do FC Porto frente ao Nacional da Madeira em pleno Dragão, perante mais de 40.000 espectadores, por números desusados, que ainda não consegui digerir, deixou-me angustiado e indignado.

Confesso que me encontro entre os que consideram indesculpável esta derrota, ainda que sem recorrer ao cúmulo de por em causa toda a classe patenteada durante a época, que nos garantiu a conquista do título cinco jornadas antes do termo da prova, de forma justa e inequívoca.

Porém, se qualquer derrota cai sempre mal, esta, em casa frente a uma equipa do meio da tabela, numa competição em que o FC Porto demonstrou estar num nível bem mais elevado, ao ponto de consensualmente ser considerada uma equipa de «outro» campeonato, considero-a escandalosa até pelo resultado averbado.

Cada um, naturalmente, é livre de lhe atribuir a importância que entender. Defendo que o campeonato deve ser jogado atá ao último minuto, com a mesma vontade, dinâmica, entrega, capacidade, voluntariedade, competência, eficácia e seriedade, mesmo que o objectivo já se encontre, como é o caso, antecipadamente garantido.

Se não fosse assim não faria sentido a fidelidade dos adeptos que acompanharam a equipa em grande número nos jogos seguintes.

O FC Porto tem todo um prestígio a defender, e tinha outras metas para superar, como por exemplo a de conseguir o record de menos golos sofridos em casa, de defesa portista menos batida dos campeonatos disputados, de maior diferença pontual...

Num só jogo, quase tudo por água abaixo!

Não gostei e a minha paixão clubista recusa a branquear faltas de atitude.

Tenho a noção que perder é um dos resultados possíveis em condições normais nunca por displicência.

Comparar este resultado com resultados similares obtidos pelos «outros» seria, em minha opinião, submeter o Clube a um abaixamento de nível a que jamais recorreria para procurar justificações ou defesas.

Convém não esquecer que somos o único clube português bicampeão do mundo e isso confere-nos imensas responsabilidades.

Só me resta esperar que nos próximos confrontos os atletas saibam continuar a ser dignos do emblema que representam e restituam a confiança que neles depositamos.

Lembrem-se por favor que temos uma Taça de Portugal para conquistar.

sábado, 3 de maio de 2008

HUMILHAÇÃO NACIONAL!

Palco do jogo: Estádio do Dragão - Porto
Assistência: 42.219 espectadores
Competição: Bwin Liga - 29ª jornada
Hora do jogo: 19:30 h
FC Porto: Helton; Bosingwa, Pedro Emanuel, Bruno Alves e Lino (Tarik Sektioui 57'); Paulo Assunção, Raúl Meireles (Bolatti 77') e Lucho Gonzalez; Quaresma, Lisandro Lopez e Mariano Gonzalez (Farias 46')
Suplentes não utilizados: Ventura, Stapanov, Fucile e Adriano
Treinador: Jesualdo Ferreira
Árbitro: Paulo Paraty - Porto
Acção disciplinar: Cartão amarelo para Paulo Assunção (55')


No jogo de despedida do Dragão esta época em jogos oficiais os associados acorreram em grande número na expectativa de fazer a derradeira festa deste campeonato. Esperavamos portanto um Porto de gala capaz de nos fazer vibrar .

Porém, como já vem sendo habitual nos últimos jogos, a equipa voltou a entrar displicente, desconcentrada, sem qualquer respeito pelo público e sobretudo por si mesma. Hoje, encontrou pela frente, finalmente uma equipa inteligente, personalizada, humilde e com ambição.

Nesta diferença de atitudes esteve o segredo do êxito madeirense que triunfou com toda a justiça, por números que não deixam margem para dúvidas.

Os atletas portistas devem sentir-se neste momento muito envergonhados pela humilhação a que foram sujeitos durante os 90', pois só em raros momentos conseguiram ser pouco melhor que medíocres, transformando um jogo em que estavam algumas metas para superar num autêntico descalabro.

Demasiado mau para ser verdade, mas foi!

Também Jesualdo se deixou afundar com a equipa ao proceder a substituições pouco aconselháveis contribuindo para o seu desequilíbrio, que esteve na base do último golo.

Enfim, uma noite para esquecer e motivos para merecermos as primeira páginas dos pasquins.

Não vou fazer destaques porque não consegui encontrar uma única exibição positiva entre os Dragões. Alias o único motivo de destaque vai para o excelente comportamento dos Super Dragões pelo seu entusiasmo, apoio e demonstração de grande amor clubista. Um apoio a merecer cinco estrelas.

Espero que o grupo de trabalho saiba retirar as devidas ilações deste jogo.

FAZER HISTÓRIA? EIS A QUESTÃO!

O FC Porto fará hoje a despedida de jogos oficiais no Dragão, com a recepção ao Nacional da Madeira para a 29ª e penúltima jornada da Bwin Liga.

Com o título já assegurado desde a 25ª jornada, resta ao FC Porto lutar contra si próprio na procura de outros objectivos, que se colocam agora em superar marcar já alcançadas.

Neste sentido, o jogo de hoje terá mais um atractivo. Saber se no fim dos 90' o FC Porto consegue superar a marca que pertence ao Belenenses desde a época 39/40, de menos golos sofridos em casa para o campeonato, que é de dois. Para o conseguir, os Dragões terão de manter a sua baliza inviolável, já que até ao momento só sofreu um golo, curiosamente o obtido pelo Belenenses num remate de Zé Pedro.

Jesualdo, aparentemente parece valorizar outro tipo de marcas, como pode transparecer das suas declarações: «Não perseguimos recordes externos, perseguimos recordes que são do FC Porto. Queremos registos internos que permitam que os jogadores trabalhem no futuro atrás de novas marcas. Queremos criar coisas para que no futuro as equipas do FC Porto corram atrás delas. Para que a cada jogo e a cada treino os jogadores queiram sempre mais».

Na convocatória para o jogo de hoje, a novidade é o jovem guarda-redes Ventura, que presumivelmente vai poder ter o seu momento de glória e contribuir com alguns minutos simbólicos para se tornar também ele campeão nacional.

Lista completa dos convocados: Helton, Ventura, Bosingwa, Pedro Emanuel, Bruno Alves, Fucile, Stepanov, Lino, Paulo Assunção, Raúl Meireles, Lucho Gonzalez, Bolatti, Quaresma, Lisandro Lopez, Tarik Sektioui, Mariano Gonzalez, Adriano e Farías.

Tendo em vista a normal gestão do plantel, creio que Jesualdo Ferreira continuará a aproveitar os dois jogos que antecedem a final da Taça de Portugal, para proceder a algumas alterações, sem permitir quebras de ritmo.

Prevejo por isso os regressos ao onze inicial de Bosingwa, Pedro Emanuel, Lucho Gonzalez e Tarik Sektioui e em contra partida as saídas de Fucile, Bruno Alves, Paulo Assunção e Quaresma.

EQUIPA PROVÁVEL


Local do jogo: Estádio do Dragão
Hora do jogo: 19:30 h
Árbitro: Paulo Paraty - Porto
Transmissão: Sportv1