Esta equipa do FC Porto bem como o seu treinador, só podem ter espírito masoquista!
Depois de ter entrado bem na partida, conseguir um golo no primeiro quarto de hora, de estar a dominar o adversário, decidiu oferecer o empate com um frango de Helton!
Já na parte final do encontro, depois de se colocar novamente em vantagem no marcador, após a substituição de Miguel Lopes por Farías, tornando o ataque mais dinâmico, viu o adversário ficar reduzido a dez unidades e em vez de manter intenso o ataque para consolidar a vitória, o treinador Jesualdo Ferreira preferiu voltar ao esquema inicial, retirando Falcao e Belluschi, para as entradas de Mariano e Tomás Costa, recuando no terreno para defender a vantagem.
As consequências do medo do Professor só não resultaram em fracasso porque Helton se redimiu ao defender, nos últimos minutos do tempo de compensação, uma grande penalidade cometida inexplicavelmente por Fernando.
A primeira surpresa aconteceu com a presença de Miguel Lopes, que nem estava convocado, no lugar de Fucile, ao que parece vítima de uma indisposição. Depois foi um início de jogo tranquilo, agradável, com boa circulação de bola e transições rápidas, aqui e ali sublinhado por bons desempenhos técnicos, quer de Belluschi, quer de Varela, até mesmo de Falcao, hoje mais desinibido e com engodo pela baliza. O colombiano chegou mesmo cedo ao golo, bem invalidado por ter sido apanhado no limite do fora de jogo e repetiria a dose poucos minutos depois numa recarga plena de oportunidade.
Depois de ter entrado bem na partida, conseguir um golo no primeiro quarto de hora, de estar a dominar o adversário, decidiu oferecer o empate com um frango de Helton!
Já na parte final do encontro, depois de se colocar novamente em vantagem no marcador, após a substituição de Miguel Lopes por Farías, tornando o ataque mais dinâmico, viu o adversário ficar reduzido a dez unidades e em vez de manter intenso o ataque para consolidar a vitória, o treinador Jesualdo Ferreira preferiu voltar ao esquema inicial, retirando Falcao e Belluschi, para as entradas de Mariano e Tomás Costa, recuando no terreno para defender a vantagem.
As consequências do medo do Professor só não resultaram em fracasso porque Helton se redimiu ao defender, nos últimos minutos do tempo de compensação, uma grande penalidade cometida inexplicavelmente por Fernando.
A primeira surpresa aconteceu com a presença de Miguel Lopes, que nem estava convocado, no lugar de Fucile, ao que parece vítima de uma indisposição. Depois foi um início de jogo tranquilo, agradável, com boa circulação de bola e transições rápidas, aqui e ali sublinhado por bons desempenhos técnicos, quer de Belluschi, quer de Varela, até mesmo de Falcao, hoje mais desinibido e com engodo pela baliza. O colombiano chegou mesmo cedo ao golo, bem invalidado por ter sido apanhado no limite do fora de jogo e repetiria a dose poucos minutos depois numa recarga plena de oportunidade.
O jogo estava com tudo para se tornar num passeio, mas Helton «borrou» a escrita ao consentir o empate, num livre de Ronny para a entrada da área onde surgiu o defesa Diego Gaúcho a cabecear, beneficiando primeiro da indecisão do guarda-redes portista, sem saber se sair ou não e depois do deficiente gesto técnico no contacto com a bola, permitindo que resvalasse para as redes.Um golo contra a corrente do jogo, nada previsível e nada merecido face à incapacidade do ataque Leiriense. O FC Porto teve o condão de não esmorecer e partir de imediato à procura do golo que não tardou pela cabeça certeira de Bruno Alves, na sequência de um canto superiormente marcado por Raúl Meireles. Estava reposta a verdade do jogo aos 37 minutos com o Porto balanceado no ataque à procura da consolidação do resultado.
Tudo parecia bem encaminhado, quando, já no segundo tempo, Ronny aproveitando uma falha de marcação atirou com o seu pé canhão um remate, ainda desviado por Rodriguez que desta vez Helton não podia evitar. Novo balde de água fria, numa noite já de si molhada e gelada.
Jesualdo apostou forte. Tirou do jogo o lateral Miguel Lopes e introduziu o avançado Farías que veio dar outra dinâmica ao ataque. Quatro minutos após Falcao voltou a fazer vibrar as despidas bancadas do Dragão. Mais uma vez oportuno apareceu no tempo e no sítio certo para empurrar a bola depois de um remate de cabeça de Rolando que o guarda-redes leiriense não conseguiu afastar.
Quando aos 68' Elmano Santos, o árbitro madeirense, deu ordem de expulsão a Djuricic por pretensa defesa com as mãos fora da área, parecia que tudo estava finalmente decidido.
Foi então que o Professor decidiu complicar o que parecia fácil. Tirou do jogo Belluschi e Falcao para colocar Tomás Costa e Mariano Gonzalez, fazendo a equipa recuar no terreno e interromper o assédio à baliza contrária. Dir-se-ia temer novo revés da sorte, preferindo jogar pelo seguro já que o resultado lhe era favorável. As contas saíram-lhe furadas, muito por culpa, diga-se em abono da verdade, de Fernando, primeiro ao ver um ridículo mas justo amarelo e pouco depois ao provocar uma grande penalidade infantil, vendo de imediato um novo amarelo seguido do vermelho.
Este não foi um balde de água fria, foi mais uma pipa de gelo! Parecia-mos condenados a mais um resultado injusto.
Foi então o momento de Helton passar de vilão a herói, defendendo a grande penalidade, garantindo os três pontos e redimindo-se do frango sofrido.
Portista sofre!!!
O meu destaque vai para Falcão, o melhor homem em campo.












