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O FC Porto apurou-se esta noite para as meias finais da Taça Lucílio Calabote Baptista, depois de vencer o Estoril Praia, no estádio António Coimbra da Mota, no Estoril, não no Algarve.
Os Dragões cumpriram a obrigação de ganhar num jogo em que os principais adversários, aqueles que mais dificuldades criaram ao bom desenvolvimento do seu jogo, foram os próprios atletas azuis e brancos, o relvado e às vezes a bola.
Decididamente há jogadores que confirmaram não ter classe para envergar uma camisola tão «pesada». Mesmo alguns que até já tiveram rendimentos bem superiores, atravessam um momento de menor confiança , de pouca inspiração e de vulgaridade plena.
Da mediocridade geral salvaram-se os golos. O primeiro obtido por Belluschi, de livre directo apontado num gesto técnico de rara beleza. O argentino bateu a falta em posição frontal à baliza estorilista, fazendo a bola passar pela barreira descrevendo um arco até se encaixar nas redes do guarda-redes que nada pode fazer para evitar o golo. Terá sido o canto do cisne, uma das raras ocasiões em que o futebol jogado me fez lembrar um jogo de futebol profissional. O segundo obtido por Orlando Sá, num lançamento longo para a entrada da área, o ex-bracarense foi mais forte na disputa da bola com o seu opositor, evitou a saída do guarda-redes e rematou para a baliza deserta.
Os Dragões cumpriram a obrigação de ganhar num jogo em que os principais adversários, aqueles que mais dificuldades criaram ao bom desenvolvimento do seu jogo, foram os próprios atletas azuis e brancos, o relvado e às vezes a bola.
Decididamente há jogadores que confirmaram não ter classe para envergar uma camisola tão «pesada». Mesmo alguns que até já tiveram rendimentos bem superiores, atravessam um momento de menor confiança , de pouca inspiração e de vulgaridade plena.
Da mediocridade geral salvaram-se os golos. O primeiro obtido por Belluschi, de livre directo apontado num gesto técnico de rara beleza. O argentino bateu a falta em posição frontal à baliza estorilista, fazendo a bola passar pela barreira descrevendo um arco até se encaixar nas redes do guarda-redes que nada pode fazer para evitar o golo. Terá sido o canto do cisne, uma das raras ocasiões em que o futebol jogado me fez lembrar um jogo de futebol profissional. O segundo obtido por Orlando Sá, num lançamento longo para a entrada da área, o ex-bracarense foi mais forte na disputa da bola com o seu opositor, evitou a saída do guarda-redes e rematou para a baliza deserta.

No resto, foi mais do mesmo. Muita desorientação, muito passe transviado, muita perda de bola, muita hesitação, muito marasmo, muita atrapalhação, muita falta de classe, numa palavra a lástima habitual desta época.
E o jogo frente ao Arsenal cada vez mais próximo! Nem é bom pensar!
Não vou fazer apreciações individuais para não ser deselegante.
E o jogo frente ao Arsenal cada vez mais próximo! Nem é bom pensar!
Não vou fazer apreciações individuais para não ser deselegante.












