Todos sabíamos que o jogo do Funchal poderia ser mais um indicador para a decisão deste campeonato. O facto dos rivais terem perdido pontos reforçou esta ideia.
Mais do que isso, praticamente sentenciou a entrega das faixas já que o FC Porto não desperdiçou a oportunidade de alargar a vantagem para seis e onze pontos para os rivais.
Sem praticar um futebol vistoso, longe disso, os Dragões viram os seus desejos coroados de êxito logo a partir dos três minutos quando Raúl Meireles, num remate forte sobre a esquerda bateu o guarda-redes insular.
Mais do que isso, praticamente sentenciou a entrega das faixas já que o FC Porto não desperdiçou a oportunidade de alargar a vantagem para seis e onze pontos para os rivais.
Sem praticar um futebol vistoso, longe disso, os Dragões viram os seus desejos coroados de êxito logo a partir dos três minutos quando Raúl Meireles, num remate forte sobre a esquerda bateu o guarda-redes insular.
O golo madrugador teve o condão de serenar a equipa azul e branca que optou por uma toada cautelosa, de controle e gestão, espicaçada de quando em vez por jogadas muito perigosas que lhe poderiam ter garantido ainda na primeira parte o avolumar do resultado. Estou a lembrar-me de uma bola no poste de Bruno Alves, no primeiro minuto; de um roubo de bola de Lisandro que o colocou em boa posição para marcar e uma jogada de Rodríguez que na cara do golo, atirou contra Marcos.
A lesão de Meireles aos 22' contribuiu de alguma forma para o menor acerto azul e branco passando a denotar algumas dificuldades nas transições para o ataque. Os passes saíram quase sempre transviados tornando o futebol atacante muito deficiente. Valeu-nos nessa altura a boa organização defensiva, com Rolando, Bruno Alves e Fernando, sempre bem posicionados a mandar nessa zona do terreno.
A lesão de Meireles aos 22' contribuiu de alguma forma para o menor acerto azul e branco passando a denotar algumas dificuldades nas transições para o ataque. Os passes saíram quase sempre transviados tornando o futebol atacante muito deficiente. Valeu-nos nessa altura a boa organização defensiva, com Rolando, Bruno Alves e Fernando, sempre bem posicionados a mandar nessa zona do terreno.
Depois do intervalo o Marítimo mostrou-se mais decidido, a trocar muito bem a bola, obrigando os jogadores portistas a trabalho exigente. Mas foi o Porto que fez subir o marcador aos 64' por Rolando. Cristian Rodríguez marcou um livre à entrada da área e Rolando num toque subtil de cabeça fez a bola anichar-se nas redes pela segunda vez.Rude golpe para as aspirações madeirenses que não perderam o ânimo e ainda fizeram a barra de Helton tremer com o poderoso remate de Marcinho.
O FC Porto começou a acertar melhor as saídas em contra-ataque e numa jogada bem característica conduzida por Mariano que levou a bola até perto da área onde colocou no centro em Rodriguez. Este tocou inteligentemente para a desmarcação de Tomás Costa, que sobre a direita não se fez rogado atirando a contar para o terceiro da noite.
Estava garantida a vitória frente a um adversário que a valorizou muito.
Os meus destaques vão sobretudo para o bloco defensivo que se apresentou muito coeso e autoritário contribuindo de forma decisiva para a inviolabilidade da sua baliza.
Jesualdo passou mais uma prova de fogo e somou a décima vitória consecutiva fora de casa.
Faltam apenas três pontos para que o Tetra seja uma realidade. O FC Porto vai ter ainda mais três possibilidades para os concretizar (Nacional, Trofense e Braga).












