
FICHA DO JOGO
(CLICAR NO QUADRO PARA AMPLIAR)
Raúl Meireles foi o homem da noite. Marcou e ofereceu o segundo golo. Esteve sempre bem. Fernando fez também um belo jogo, demonstrando que com mais alguma rotina se transformará no trinco que a equipa necessita. Rodriguez alternou bons momentos com outros de menor qualidade e Lino esteve expedito no ataque.
O resultado não merece contestação apesar de ser bem melhor que a exibição.
O jogo de hoje voltou a pôr a nu as fragilidades com que o FC Porto se depara esta época. Durante cerca de vinte minutos os Dragões conseguiram explanar um futebol de bom quilate, com todas as peças a movimentar-se a preceito, que lhes permitiu o domínio da partida e a obtenção de um golo bem arquitectado, da autoria de Raúl Meireles, um dos poucos que manteve a regularidade da sua exibição durante todo o tempo cotando-se o melhor em campo.
Vinte e cinco minutos de afrouxamento, de passes transviados, de desconcentrações, de ineficácia e desperdícios de oportunidades foi o que se seguiu até ao intervalo. Farías ausente mais uma vez do jogo, Lisandro infeliz no remate e Sapunaru incerto foram provavelmente alguns dos responsáveis desse período esquisito da equipa.
O segundo tempo não trouxe grandes diferenças. O Paços de Ferreira apareceu mais atrevido, a trocar bem a bola e a causar alguma instabilidade na defesa azul e branca. Ao contrário o Porto continuava a apostar na mediocridade, como que um convite aos "assobiadores juramentados" que não se fizeram rogados, e aí vai disto!
Mais uma vez Jesualdo demorou a mexer na equipa. Tirou os dois piores jogadores, Farías e Sapunaru lançando no jogo Candeias e Guarín que por sinal também não foram muito felizes. Só com a entrada de Hulk aos 70' é que os azuis e brancos voltaram a ser mais incisivos. Três minutos depois o brasileiro bem servido por Raúl Meireles só teve de empurrar para as redes lançando a tranquilidade nos adeptos. Este segundo golo teria ainda o condão de deitar por terra a reacção dos pacences que até final se viram de novo dominados, ainda que sem a qualidade dos vinte minutos iniciais.
Vinte e cinco minutos de afrouxamento, de passes transviados, de desconcentrações, de ineficácia e desperdícios de oportunidades foi o que se seguiu até ao intervalo. Farías ausente mais uma vez do jogo, Lisandro infeliz no remate e Sapunaru incerto foram provavelmente alguns dos responsáveis desse período esquisito da equipa.
O segundo tempo não trouxe grandes diferenças. O Paços de Ferreira apareceu mais atrevido, a trocar bem a bola e a causar alguma instabilidade na defesa azul e branca. Ao contrário o Porto continuava a apostar na mediocridade, como que um convite aos "assobiadores juramentados" que não se fizeram rogados, e aí vai disto!
Mais uma vez Jesualdo demorou a mexer na equipa. Tirou os dois piores jogadores, Farías e Sapunaru lançando no jogo Candeias e Guarín que por sinal também não foram muito felizes. Só com a entrada de Hulk aos 70' é que os azuis e brancos voltaram a ser mais incisivos. Três minutos depois o brasileiro bem servido por Raúl Meireles só teve de empurrar para as redes lançando a tranquilidade nos adeptos. Este segundo golo teria ainda o condão de deitar por terra a reacção dos pacences que até final se viram de novo dominados, ainda que sem a qualidade dos vinte minutos iniciais.
O resultado não merece contestação apesar de ser bem melhor que a exibição.








