domingo, 15 de agosto de 2010

NEM BESTAS, NEM BESTIAIS!

FICHA DO JOGO


(Clicar nos quadros para ampliar)

A exibição portista na Figueira da Foz, diante da Naval, reforça a ideia que André Villas-Boas procurou enfatizar durante a semana. (Nem bestas nem bestiais!)

Depois de uma exibição muito prometedora, na semana passada, que lhes garantiu o primeiro título da época, os Dragões não foram além de uma performance mediana, muito por mérito, diga-se, do aguerrido adversário, muito bem organizado, roubando espaços de progressão e sempre atento aos venenosos contra-ataques, criadores de alguns sobressaltos para a defesa portista.As dificuldades para ultrapassar este esquema engendrado pelos figueirenses foi notório, provocando passes mal calibrados, alguma confusão e precipitação, originando um futebol cinzento durante quase toda a primeira parte.

Com a entrada de Guarín em substituição de um Silvestre Varela muito apagado, o FC Porto mudou de esquema de jogo, passando a actuar em 4x4x2, com o colombiano como médio mais avançado.

O jogo dos Dragões subiu então de produção, começando a justificar o ascendente no resultado que só chegaria aos 82', por Hulk, de grande penalidade, por manifesta falta de pontaria dos jogadores azuis e brancos, com a alça muito levantada, fazendo a bola rondar os ferros de Salin, em diversas ocasiões com potentes remates, que a levar a direcção da baliza seriam muito difíceis de parar.

Este jogo valeu pelo resultado e pela segunda parte, onde sobressaíram, apesar de tudo, Helton, Fernando, Hulk, Cristian Rodríguez, Guarín e Souza (os três últimos ainda que tenham entrado mais tarde no jogo).

5 comentários:

Luis disse...

Pragmáticos, sabendo que não é fácil, jogar num campo daqueles.
Mas tendo a certeza que todo o Universo Azul e Branco, sabia que a Vitória é nossa!
INVICTA e PORTO SEMPRE!

dragao vila pouca disse...

Primeira-parte a fazer lembrar o passado: futebol amarrado, complicativo, desinspirado, sem ideias, sem pressão, sem domínio, um Porto fraquinho, que não teve espaços para jogar e também não fez nada para os criar. Lances de perigo, apenas de bola parada.

Na segunda-parte, um novo Porto: mais forte, mais pressionante, mais dominador, a atacar pela direita com Hulk e pela esquerda com Álvaro, o conjunto de André Villas-Boas encostou a equipa da Figueira lá atrás, criou vários lances de golo, marcou apenas um - num penalty indiscutível -, mas podia e devia ter marcado mais alguns.

Vitória justa, sem mácula da equipa portista, que se na primeira-parte esteve mal, na segunda rectificou, mudou e conquistou com todo o mérito os três pontos.

Um abraço

R.M.Silva da Costa disse...

Cada jogo é um jogo diferente. Ainda bem que o de ontem não foi igual ao de Aveiro. Muitos de nós tomaram consciência de que os milagres custam a concretizar como o caraças.
Certo, certo é que entramos na linha do TGV e o maquinista sabe de electrónica. E quando a máquina estiver pronta será fácil entrar na velocidade de cruzeiro.

Dragão Azul Forte disse...

Benfas… Na “catedral”, 1-2! Yaaaa! Tomai lá… Mais uma derrota, mais uma alegria! Já tinham ganho a Supertaça… Já eram campeões, antes de jogar! Arrogantes, safados e medíocres… E VIVA a Académica!

Uma estória do jogo: tenho um vizinho, a cerca de 200 metros da m/casa, que por não ter SportTV ouve o relato da rádio. Hoje pôs o som a uma altura que se ouvia, quiçá, na cidade toda. Aquando do 1.º golo da Académica pôs o som mais baixo; aquando do golo do benfas, pôs o som ainda mais alto do que no início do jogo; aquando do 2.º golo da Académica… desligou o rádio! Yaaaa!

ultrafcporto disse...

Saudações Portistas,
este jogo não foi um brilharete uma coisa é certa os 3 pontos foram conquistados, esse é o objectivo principal e venha o próximo jogo que este já faz parte do passado.

Cumprimentos,
ultrasfcportomatosinhos